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domingo, 2 de agosto de 2015

JEC busca inspiração nos octacampeões, vence Avaí por 2 a 0 e se livra da lanterna



Guti fez o gol que garantiu a vitória do JEC por 2 a 0 na Arena. Foto: Joinville Esporte Clube-Divulgação

 Jogo contra o Avaí é diferente. E foi isso que motivou os 11 mil torcedores do Joinville a comparecer na Arena para incentivar o Tricolor. O Sol forte que raiou na tarde de hoje trouxe beleza ao domingo e luz ao futebol do JEC, que dispensou a lanterna. Com ânimo renovado pela estreia de Paulo César Gusmão, o Coelho foi mais forte e superou o Leão por 2 a 0. O Joinville também aproveitou a partida para homenagear os octacampeões de 1985, estampando o nome dos atletas daquela época no uniforme.

Apesar de todos os ingredientes para um grande jogo, com a rivalidade estadual, torcida dos dois times na Arena e um belo dia para prática do futebol, o jogo não proporcionava grande emoção até os 30 minutos do primeiro tempo, mas, sete minutos depois, as coisas começaram a mudar.....

37 minutos do segundo tempo, lá vem o grito da massa:

- Uhhhhhhhhhhhh Tricolor....Uhhhhhhhh Tricolorrrrrr.....Uhhhhhh Tricolorrrrrrrrrr!!!

Quando esse coro é ouvido na Arena, pode anotar: tem gol do Joinville. E o tento veio após grande jogada do prata da casa, Willian Popp. O meia avançou pela meia direita, ajeitou uma bola quase impossível com a cabeça, colocou ela na frente e cruzou na medida para Kempes, mas quem fez o gol foi o zagueiro Jéci – contra. Na tentativa de cortar a bola, o goleiro Vagner a desviou contra o zagueiro, que a empurrou para o fundo da rede.
O gol trouxe alegria ao torcedor que, antes do Sol se pôr, ainda iria vibrar por mais um tento, na segunda etapa. Antes, PC Gusmão ainda substituiria Marion por Crispim no intervalo.

O Joinville se sentia a vontade no início do segundo tempo e precisou de apenas 15 minutos para ampliar a vantagem sobre o time da Capital. O segundo gol veio em um lance de escanteio que foi conquistado, na experiência, por Marcelo Costa. O MC 10 chutou a bola contra o adversário, inteligentemente. Na cobrança, Marcelo cobrou com perfeição para Guti subir e, de perna direita, marcar o segundo gol do JEC.

Aos 20 minutos, o Avaí esboçou reação com André Lima e Nino Paraíba em lance pelo lado direito, mas, mesmo após o bom cruzamento, Roberto não conseguiu alcançar a bola para descontar.

Melhor para o Joinville, que após a entrada de Silvinho ainda iria criar mais uma grande oportunidade. Aos 30 minutos, o atacante subiu pela direita e cruzou na medida para o jovem Kadu. Com autoridade, ele entrou na grande área já pensando na comemoração de seu primeiro gol com a camisa do JEC – logo em sua estreia. Mas, mesmo com o capricho da batida de primeira, ele viu Vagner praticar grande defesa e espalmar a bola para linha de fundo.
Mesmo sem conseguir ampliar a vantagem, a torcida Tricolor já estava feliz da vida. Tanto que aos 38 minutos soltou o grito de alegria em cada lance do JEC:

- Oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooolééééééééééé!

- Oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooolééééééééééé!


A vitória diante do rival Avaí trouxe alegria ao torcedores e jogadores que agora também já não visualizam o Tricolor na última colocação do Brasileirão. Com 12 pontos, o JEC tem a mesma pontuação que Vasco e Coritiba, mas nos critérios de desempate subiu para 18° colocação -  cinco atrás do Avaí que é o primeiro time fora da zona de rebaixamento com 17 pontos. Na matinê do próximo domingo, o Joinville vai ao Maracanã para enfrentar o Vasco da Gama pela 17° rodada do campeonato.

por Leandro Ferreira
leandro.reportagem@gmail.com

domingo, 26 de julho de 2015

Gabigol brilha e JEC amarga a décima derrota no brasileirão



JEC não resistiu a força do Santos na Vila e foi derrotado por 2 a 0 - Foto - JEC/Divulgação


Depois da atuação do JEC diante da Ponte Preta na rodada passada, a torcida tricolor estava esperançoso por um bom resultado diante do Santos na Vila Belmiro. Mas, pela décima vez no brasileirão, os torcedores assistiram a mais uma derrota do Joinville. Dessa vez, o roteiro teve gols aos 3 e 18 minutos do primeiro tempo e nenhum poder de reação da equipe catarinense.

O público de Santos também demonstrou ter aprovado a matinê do campeonato brasileiro. E os quase 13 mil torcedores não precisaram esperar muito para manifestar isso. “Goooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooollllllllllllllll!” O grito da torcida do Peixe saiu logo aos três minutos da primeira etapa, após grande jogada do ataque santista. Geuvânio recebeu bola dentro da área e tocou para Zeca, que cruzou na medida para Gabriel se lançar em direção a bola e apenas empurrá-la para dentro do gol.

Um gol no início da partida desmonta qualquer esquema tático e, o já desorganizado Joinville, não conseguiu reagir ao golpe. Aos 18 minutos, o Tricolor saiu jognado errado e Marquinhos Gabriel, com um passe, colocou Gabriel frente à frente com o goleiro do JEC. “Gabigol” justificou o apelido e, de perna esquerda, colocou no canto esquerdo de Agenor para marcar o segundo dele no jogo.

Assistindo ao completo domínio santista, Adilson substituiu Naldo por Marcelo Costa aos 34 minutos, mas a alteração não surtiu efeito. Aos 39, quem criou mais uma oportunidade foi o Santos com Geuvânio, que entrou na grande área e chutou forte para excelente defesa de Agenor.

No intervalo, Adilson colocou Kempes no lugar de Popp buscando, pelo menos, diminuir a vantagem do time da casa. Aos cinco minutos, na melhor jogada do JEC na partida, Marion puxou contra-ataque e tocou para Silvinho, que já tinha se livrado da marcação para entrar na grande área, quando Zeca cometeu falta e o derrubou. Na cobrança, Marcelo Costa cobrou por cima da meta de Vanderlei.

Mesmo com três atacantes, o Joinville não conseguiu criar mais oportunidades de gol no segundo tempo. O Santos também sentiu a saída dos atacantes Gabriel e Geuvânio e, mesmo com maior domínio do jogo, não conseguiu ampliar o marcador. Assim, o placar de 2 a 0 foi o que determinou mais uma amarga derrota ao Joinville.

O resultado manteve o Joinville na lanterna da competição, sete pontos do Figueirense – 16º colocado e primeiro time fora da zona de rebaixamento. No domingo que vem, o JEC recebe o Avaí na Arena e Adilson não poderá contar com Anselmo e Fabrício – suspensos pelo terceiro cartão amarelo.

por Leandro Ferreira
leandro.reportagem@gmail.com

domingo, 19 de julho de 2015

Em noite de Lua Nova, JEC evolui, mas deixa vitória escapar

Anselmo foi herói e vilão. Volante iniciou jogada do primeiro gol, mas cometeu pênalti que deu o empate a Ponte.
 Foto - Joinville Esporte Clube



Cheguei um pouco atrasado na Arena hoje. Então, como os setores próximos a meta para a qual o JEC atacava estavam lotados, me desloquei para o setor bordô – no lado oposto -, esperando por bons lances no segundo tempo. E deu certo. Com vista privilegiada, acompanhei os melhores 20 minutos do Joinville na série A. Assisti um belo gol, em jogada trabalhada por Anselmo e Popp com finalização de Silvinho. Um gol que me fez levantar na arquibancada, com os braços para o alto, e comemorar.....“Golaço!!!!!” Mesmo assim, a vitória não veio e o Tricolor somou apenas um ponto com o empate em 1 a 1 diante da Ponte.

A partida para a torcida do JEC começou mesmo aos 28 minutos do primeiro tempo, após os gritos na arquibancada de “Raça!!!! Raça!!!! Raça!!!!” – lembrei até da torcida Raça Tricolor – lembram? Pois foi a partir desse momento que o time começou a jogar. Um minuto depois, Anselmo avançou em velocidade pela intermediária e tocou para Crispim, que conduziu a bola até sofrer falta. Na cobrança, ele mesmo bateu, com toda a categoria que Deus lhe deu, de chapa, no canto direito de Lomba, que só olhou. Caprichosamente, a bola explodiu na trave.

Aos 33, Crispim demonstrou ter gostado de avançar com a bola dominada. Ele subiu em velocidade até ser derrubado novamente, dessa vez, pelo lado direito. Mas nesse lance ele não cobrou a falta, cedeu a batida para Marion. Melhor se Crispim tivesse cobrado. Bola fraca, nas mãos de Lomba.

No intervalo, observei: “Quão bela é esta Lua Nova sobre a Arena Joinville”. A Lua Nova não brilha tanto, mas indica um período de transformação, de novidade, de “despertar para o novo”, nos diz o portal astrocentro.com.br. Seria um sinal? Seria a entrada de Silvinho no time? Sim, seria!

No intervalo, Adilson colocou Silvinho e Popp nos lugares de Kempes e Dankler. Deu gosto de ver. Com mais velocidade e toques rápidos, Anselmo, Crispim, Popp, Marion e Silvinho fizeram os torcedores aplaudir o futebol rápido jogado pela equipe.

Aos 9 minutos, Anselmo ergueu a cabeça para lançar de trivela. Sim, de trivela, de três dedos, uma bola com efeito para a subida pela direita de Willian Pop. Da arquibancada não deu para ver, mas Popp levanta a cabeça, percebe Silvinho pedindo bola dentro da área no lado esquerdo, e cruza na medida para o atacante ‘mergulhar’. Na hora que Silvinho mergulhou, eu, e todos ao meu lado saltamos. Quando nossos pés encostaram na arquibancada, já estávamos gritando “Golllllll, golaço!!!!!!!!!!!!!”.

A partir do gol, o JEC foi envolvente. Tocava a bola rapidamente e criou duas chances claras de gol. Aos 12, com Marion, cara a cara com Lomba, com chute para fora. Aos 23, Popp também avançou com liberdade e, frente à frente com Lomba, também chutou para fora.
Sabe quando você não quer que aquele pensamento venha a sua cabeça, mas não consegue impedi-lo? “Quem não faz toma”, foi o ditado popular que veio a minha mente. Mas não pensei que o revés viria daquela forma. Anselmo, um dos melhores em campo, errou o tempo de bola e, ao tentar intervir no lance sobre Biro Biro, no bico da grande área, derrubou o atacante da Ponte – pênalti. “Puta que o pariu!”, gritei na arquibancada.

Torcemos pelo Agenor no lance......Ele pulava de um lado para o outro apontando para os dois cantos, querendo confundir Fernando Bob. O volante não sentiu a pressão, nem se confundiu. Pensou: “Se o Agenor vai para um dos lados, então vou bater no meio”. Do meu lado, o torcedor com bafo de cachaça gritou:

“Tá demorando demais...vai bater pra fora!”

Ao contrário, ele bateu no centro do gol. Empate.

Daí para frente, parei de fazer anotações. Comecei a torcer pelo segundo gol. Aos 31, Adilson tirou Crispim para colocar Paraíba.

“Burrooooo, burroooooooooo!”.

Nessa hora dá raiva do corneta. Gritei: “O Crispim tava morto, tá certo o Adilson!”.

Aos 36 minutos, Marion avançou pela intermediária e, quando todos lhe cobravam um passe, ele chutou de esquerda – pensa num petardo – para a bola explodir na trave.

Aos 48 minutos, muitos cornetas já estavam fora do estádio. Eu ainda estava lá e nós merecíamos aquele gol. Marion deu lindo passe para Silvinho, que entrou em velocidade, colocou a bola na frente, e carimbou a trave  - por pouco ele não se consagrou.

O resultado foi ruim, mas a Lua Nova pode ter indicado alguma coisa, ou não. Domingo que vem tem mais, diante do Santos, na Vila, às 11 horas. O Joinville segue na lanterna, agora com 9 pontos – distante quatro pontos do primeiro clube fora da zona de rebaixamento – o Goiás.

por Leandro Ferreira
leandro.reportagem@gmail.com


domingo, 12 de julho de 2015

Com lance polêmico, Inter é mais objetivo e supera JEC na Arena Joinville


Com Anselmo no meio, Joinville buscou repetir fórmula de sucesso, mas foi superador pelo Inter. Foto: JEC/Divulgação

  
Mais de 10 mil torcedores compareceram, esperançosos, à Arena Joinville na tarde de hoje para empurrar o JEC diante do Internacional. Subindo a rampa de acesso ao estádio, as seguintes ideias prevaleciam nas conversas pré-jogo: “Hoje vai”, “Jogamos com raça contra o Figueira e agora vamos embalar”, “Pois é....parece que o Inter vem com o time B...é a nossa chance”. Tinha conversa sobre outros times também: “E o Fluminense, tu viu? Ronaldinho Gaúcho...he..he”. Nem a raça do JEC e o apoio da torcida foram suficientes para vencer o Colorado, que resolveu o jogo com dois gols ainda no primeiro tempo.

O Joinville tinha apenas duas mudanças em relação à equipe que venceu o Figueirense, com Marcelo Costa no lugar de Naldo (suspenso) e Dankler na posição de Mário Sérgio (acometido por uma virose). A entrada de Dankler, teoricamente, reforçaria o sistema defensivo na bola aérea, mas não foi isso que aconteceu.

Aos 32 minutos, Vitinho cobrou escanteio pelo lado direito na altura da marca do pênalti para o cabeceio de Réver. O zagueiro entrou correndo na área, subiu e testou, sem marcação, para o chão. A bola ainda quicou antes de balançar a rede na Arena.

Mesmo após o gol, o jogo seguiu equilibrado até que, aos 43 minutos, em um lance polêmico, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento assinalou pênalti em favor da equipe gaúcha. No jogada, Taiberson correu frontalmente em direção a grande a área acompanhado por Rafael Donato. O zagueiro tricolor deu um carrinho lateral, travando a bola com o atacante, que caiu dentro da área. Nenhum dos jogadores esboçou reclamação para pedir o pênalti, e Agenor já estava repondo a bola em jogo quando o árbitro apareceu na cena:

“Priiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!”. Pênalti.

Os jogadores do Joinville reclamaram, argumentaram, e talvez até mesmo Francisco reconheceria o erro, mais tarde no Hotel, enquanto estivesse assistindo o “Troca de Passes” no Sportv. Mas naquele momento não havia mais o que se fazer. Vitinho ajeitou a bola, partiu para cobrança e dificultou o trabalho para os fotógrafos na Arena. Nenhum deles conseguiu registrar Agenor na cena do gol. Bola para um lado, goleiro para o outro e 2 a 0 para o Inter.

Na segunda etapa, Adilson trocou Marcelo Costa por Willian Popp e o torcedor observou a reação da equipe. O melhores momentos aconteceriam aos 16 e 18 minutos. Primeiro com o lateral esquerdo Diego. Pressionado na linha de fundo, sem ter muito o que fazer, ele aplicou um drible de letra entre as pernas de Anderson, partiu em direção ao gol, driblou mais um marcador com uma pedalada e chutou forte no canto direito de Muriel, que fez grande defesa. Dois minutos depois, foi a vez de Marion também partir para cima da zaga do Inter. Em grande jogada ele avançou pela meia direita, cortou para o meio e chutou forte para atingir o travessão de Muriel.

O Joinville seguiu pressionando o Inter, mas não conseguiu superar o bom esquema defensivo armado por Diego Aguirre. Resultado final, Joinville 0 x 2 Inter. O JEC permanece na última colocação com 8 pontos, a cinco de distância do primeiro clube fora da zona de rebaixamento – Goiás. Domingo que vem, no mesmo horário, o JEC recebe a Ponte Preta na Arena Joinville em busca de melhor sorte.

Por Leandro Ferreira
leandro.reportagem@gmail.com
 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Com Kempes inspirado, JEC bate Figueira em pleno Scarpelli

Agenor também foi um dos destaques do Joinville e ajudou o Tricolor a alcançar a primeira vitória fora de casa - Foto Luiz Henrique/Divulgação/FFC



“Explode coração na maior felicidade...é lindo o meu Joinville contagiando e sacudindo essa cidade, explode....!!!!”. O canto, entoado pelos cerca de 50 torcedores do Joinville em pleno estádio Orlando Scarpelli, aos 45 minutos do segundo tempo, indica que a primeira vitória do Joinville fora de casa chegou. E ela veio diante de um de seus maiores rivais, contra o Figueirense por 2 a 0.

O campo molhado parece ter motivado ainda mais os jogadores do JEC. Em cada bola dividida, lá estava algum jogador do Tricolor brigando e espalhado água para todos os lados. E foi assim que, aos 11 minutos, Marion recuperou uma bola no lado direito e cruzou para Lucas Crispim. Com um toque, o camisa 10 levantou a bola para Kempes que “voou” para cabecear e marcar o primeiro gol do Joinvillle.

Após o gol, o Figueirense pressionou em busca do empate e aí então foi a vez de Agenor fazer grandes defesas. Aos 26 minutos, Rafael Bastos foi lançado dentro da grande área e chutou forte para grande intervenção do goleiro Tricolor. Antes do final da primeira etapa, o Joinville ainda mostrou força com um bom chute de Diego, defendido por Alex Muralha.

Na segunda etapa, o Joinville voltou disposto a liquidar a partida, tanto que aos 14 minutos alcançou o segundo gol. O feito veio após grande jogada do volante Anselmo. Como um meia, o jogador avançou pela intermediária, foi até a linha de fundo e tocou para Diego. O lateral cruzou de primeira e encontrou Kempes no segundo pau, que correu em direção a bola e saltou para cabecear firme, sem chances para Alex.

Daí em diante, o Joinville seguiu seguro na partida que ainda apresentou outros dois grandes lances. Aos 44, Marcelo Costa chutou colocado da intermediária e levou perigo a meta de Alex. Aos 47, “Ageneuer” ainda fez mais uma defesa espetacular após cabeceio fulminante do zagueiro Marquinhos, que aproveitou lance de escanteio.

Mesmo com a vitória, o JEC permanece na lanterna da série A, agora com 8 pontos – cinco atrás do Internacional que é o primeira clube fora da zona de rebaixamento. O Inter é o próximo adversário do Joinville, no domingo às 16 horas na Arena Joinville.

por Leandro Ferreira
leandro.reportagem@gmail.com